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Kit Clínico Anti Ideação Suicida · Papel + Plataforma

Atenda ideação suicida com protocolo — e a plataforma online que corrige por você.

49 documentos + plataforma online. Aplique a C-SSRS e ela já sai com a regra de domínio do Columbia Lighthouse Project calculada — não só o total. Plano de segurança, protocolos de crise, laudos e termos, do rastreio à alta, com a tranquilidade de trabalhar dentro do que CFP, OMS e literatura recomendam.

49
Documentos prontos
16
Instrumentos que a plataforma corrige
7
Categorias temáticas
Edição 2026 · Infantojuvenil, adulto e idoso — Psi.se soluções

Pare de improvisar diante do caso mais grave que chega ao seu consultório.

Comportamento suicida exige rigor técnico, registro impecável e protocolo defensável. O Kit Anti Ideação Suicida entrega o arco clínico inteiro — do rastreio ao plano de segurança — com material auditado e pronto para aplicar.

Escalas livres e validadas

C-SSRS, PHQ-9, GAD-7, ASQ, SBQ-R, DASS-21 e mais — instrumentos de referência mundial livres para aplicação clínica, com tabelas de pontuação e cortes prontos para uso.

Respaldo ético e legal

Plano de Segurança, Contrato de Não-Suicídio, TCLE, termos de sigilo e responsabilidade de familiares — você documenta cada passo e protege sua prática conforme orienta o CFP.

Sistema clínico completo

Do rastreio ao acompanhamento: anamnese, escalas, intervenção em crise, psicoeducação para paciente e família, laudos oficiais e relatórios — tudo num só kit.

Um kit, sete frentes de atuação, quarenta e nove documentos.

Cada peça foi auditada juridicamente, formatada com design clínico consistente e pensada para rodar do primeiro contato à alta — com espaço reservado para a sua logomarca em todos os materiais.

01Escalas e instrumentos de uso livre clínico
02Inventários de desesperança e razões para viver
03Protocolos e entrevistas
04Atividades psicoeducativas
05Materiais de apoio ao profissional
06Documentos e laudos oficiais
07Termos e consentimentos
01
11 escalas livres para uso

Escalas e instrumentos de uso livre clínico

As referências mundiais para rastreio de risco suicida, depressão e ansiedade — reconhecidas por OMS, NIMH e pela comunidade científica internacional. Aplicação imediata, com tabelas de interpretação e pontos de corte.

C-SSRS PHQ-9 GAD-7 PSS-10 WHO-5 PHQ-2 SRQ-20 WHOQOL-BREF DASS-21 ASQ SBQ-R
02
4 inventários complementares

Inventários de desesperança, ideação, razões para viver e proteção

Quatro instrumentos que cobrem o que escala nenhuma cobre sozinha: o nível de desesperança do paciente, a intensidade da ideação, os motivos que ainda o prendem à vida e os fatores de proteção que você pode fortalecer em sessão.

Mede desesperança e visão de futuro Quantifica a ideação suicida atual Mapeia razões para viver Identifica fatores de proteção
03
9 protocolos clínicos

Protocolos e entrevistas estruturadas

O coração da intervenção em risco suicida: Plano de Segurança (Stanley-Brown), Brief CBT, anamneses específicas para adulto, infantojuvenil e idoso, roteiros de avaliação e checklists de risco.

Plano de Segurança Anamnese específica Roteiro de avaliação de risco Protocolo de intervenção em crise Contrato de não-suicídio Brief CBT para suicídio Checklist de avaliação Anamnese infantojuvenil Anamnese para idosos
04
10 atividades terapêuticas

Atividades psicoeducativas

Materiais para aplicar dentro e entre sessões — Kit da Esperança, cartões de enfrentamento, mapeamento de rede de apoio, diários, exercícios de regulação e cartilha psicoeducativa para paciente e família.

Kit da Esperança Cartões de enfrentamento Mapa da rede de apoio Diário de pensamentos Regulação emocional Escala de risco para familiares Cartilha psicoeducativa Identificação de fatores de risco Motivos para viver Vencendo a desesperança
05
7 materiais de apoio

Materiais de apoio ao profissional

Guias, contratos e fichas que sustentam a sua prática: manejo clínico passo a passo, orientação para familiares, contrato terapêutico, registro de acompanhamento e relatórios de evolução e multiprofissional.

Guia do terapeuta — manejo clínico Guia para familiares Contrato terapêutico Registro de acompanhamento Ficha de encaminhamento Relatório de evolução Relatório multiprofissional
06
4 documentos oficiais

Documentos e laudos oficiais

Modelos prontos seguindo a Resolução CFP nº 06/2019: laudo psicológico, atestado, declaração de comparecimento e parecer psicológico — formatação padrão, blindagem técnica e ética.

Laudo psicológico Atestado psicológico Declaração de comparecimento Parecer psicológico
07
4 termos de proteção

Termos e consentimentos

Sua blindagem ética e jurídica em casos de risco: TCLE específico para avaliação de risco suicida, termo de sigilo, termo de alta terapêutica e termo de responsabilidade dos familiares.

TCLE — Avaliação de risco suicida Termo de sigilo e confidencialidade Termo de alta terapêutica Termo de responsabilidade familiares

Pensado pra quem atende — e quer atender — com responsabilidade clínica.

Os instrumentos do Kit são de uso livre clínico — não estão na lista de testes privativos do SATEPSI. Se você atende, avalia ou acompanha pessoas em risco, pode aplicá-los dentro das suas atribuições. E o manual ensina a aplicar, corrigir e interpretar cada um deles, passo a passo.

A plataforma sabe o que o seu registro permite emitir. Você informa a sua formação uma vez, e ela ajusta o vocabulário — paciente, cliente ou analisando — e libera apenas os documentos compatíveis. Laudo, parecer e atestado psicológicos continuam privativos de psicólogo, como manda a Lei 4.119/1962 e a Resolução CFP 06/2019. Cada profissional entrega o que pode assinar, sem risco de extrapolar escopo.

Psicóloga registrando observações durante avaliação
“O que trava o atendimento não é a falta de coragem para perguntar. É não ter, à mão, o instrumento certo para a resposta.”

Seis frases que provavelmente já passaram pela sua cabeça sobre avaliar risco suicida com instrumentos de uso livre — e o que a prática e a literatura realmente exigem.

Mito Realidade

Comece pela mais perigosa das seis — a que faz profissional evitar a pergunta que mais protege o paciente.

Mito

Perguntar diretamente sobre suicídio pode plantar a ideia ou piorar o risco.

Realidade

É o contrário do que a literatura mostra. Revisões sistemáticas (Dazzi et al., 2014) não encontram aumento de ideação após a pergunta direta — e relatam alívio em quem finalmente pôde falar sobre o que sentia em silêncio. Evitar a pergunta não protege o paciente: tira dele a chance de ser ouvido a tempo.

Mito

Ideação sem plano definido não é risco real.

Realidade

A regra do Columbia Lighthouse Project, usada na C-SSRS do Kit, é justamente para isto: ideação com método ou intenção — mesmo sem plano fechado — já muda a conduta. É a regra por domínio, não o total, que decide, e é ela que a plataforma calcula por você, sem deixar passar.

Mito

Só posso usar teste aprovado no SATEPSI.

Realidade

O SATEPSI avalia testes psicológicos — os instrumentos privativos, com parecer do CFP. Escalas de rastreio de risco de uso livre não integram essa lista e não são “reprovadas” nela: são outra categoria de instrumento, de triagem. O que a norma cobra é que você apresente cada uma pelo que ela é.

Mito

Vou ter problema no laudo se não usar teste pago.

Realidade

A Resolução CFP 06/2019 exige fundamentação técnico-científica e referências no documento — não exige marca nem editora. Cada instrumento do Kit vem com a fonte primária citada, pronta para entrar no laudo, parecer, atestado ou declaração.

Mito

Pago licença, folha de aplicação e crivo por paciente.

Realidade

Esse é o modelo que encarece a avaliação e afasta o paciente justo no caso em que o custo nunca deveria decidir quem é avaliado. Aqui você aplica quantas vezes quiser, para quantos pacientes quiser, sem taxa por folha.

Mito

Se qualquer um pode usar, perde meu diferencial.

Realidade

O seu diferencial nunca foi a posse do instrumento — é a leitura clínica do resultado e a conduta que vem depois dele. E a plataforma reforça o que é seu: laudo, parecer e atestado psicológicos continuam privativos de psicólogo, e só a sua conta os emite.

Perguntar sobre suicídio não aumenta o risco — deixar de perguntar, sim. Quando o instrumento certo está a um clique de distância, a pergunta difícil deixa de depender só de coragem e vira protocolo. Com regra clínica calculada automaticamente e instrumentos bem referenciados, o limite passa a ser a sua atenção ao caso, não a falta de ferramenta. Base normativa e científica: Dazzi, Gribble, Wessely & Fear (2014), Psychological Medicine — revisão sistemática sobre perguntar diretamente sobre suicídio · Columbia Lighthouse Project (Posner et al., 2011) · Lei 9.610/98 (art. 46) · Resolução CFP 09/2018 (SATEPSI) · Resolução CFP 06/2019 (documentos escritos) · Lei 4.119/1962, art. 13 §1º.

O que sai da sua mão com o Kit Anti Ideação Suicida.

Não é uma pasta de arquivos para você estudar. É o registro que protege o paciente, protege você e fica no prontuário — do primeiro rastreio de risco ao plano de segurança que sai da sessão pronto para o paciente levar para casa.

01

Avaliação de risco

O instrumento certo para cada situação, sem improviso.

  • C-SSRS com regra de domínio do Columbia Lighthouse Project, não só a soma
  • Rastreio de depressão, ansiedade e estresse (PHQ-9, GAD-7, DASS-21)
  • Desesperança, ideação, razões para viver e fatores de proteção
  • Anamnese específica para adulto, infantojuvenil e idoso
02

Intervenção e segurança

O que você faz depois que o risco apareceu no resultado.

  • Plano de Segurança (Stanley & Brown, 2012), com os 6 passos preenchíveis
  • Protocolo de intervenção em crise e Brief CBT para suicídio
  • Contrato de não-suicídio e checklist de avaliação de risco
  • Cartões de enfrentamento e Kit da Esperança, prontos para a sessão
03

Documentos assinados por você

O papel que protege sua prática — já redigido.

  • Laudo e parecer psicológicos gerados a partir dos escores
  • Atestado, declaração e encaminhamento multiprofissional
  • TCLE específico para avaliação de risco suicida
  • Termo de sigilo com exceção documentada para risco iminente
04

Aplicação online incluída

Você manda o link, o sistema corrige e devolve o resultado pronto.

  • Correção automática: escore, percentual, faixa e domínios
  • Presencial, por link ao paciente ou impresso — você escolhe
  • O link não expõe o nome do paciente
  • Resultado e PDF com a sua marca

Rastreio, triagem e monitoramento — não diagnóstico. Os instrumentos medem intensidade de traços e comportamentos observados, e todo resultado sai com essa ressalva impressa. A conclusão diagnóstica continua sendo ato seu, dentro das suas atribuições profissionais.

O kit continua seu. A plataforma faz o trabalho repetitivo.

Corrigir a C-SSRS à mão, aplicar a regra de domínio item por item, montar o laudo do zero, lembrar quem ainda não devolveu o questionário. Nada disso é trabalho clínico — é tarefa administrativa que consome a sua hora, num caso onde a hora importa. A plataforma assume essa parte e devolve o resultado pronto para você interpretar.

PASSO 01

Escolha o paciente e o instrumento

Catálogo com faixa etária, domínios e faixas de interpretação de cada escala. Você aplica na sessão, envia por link ao paciente, ou imprime e lança as respostas depois.

PASSO 02

A correção acontece sozinha

Escore, percentual, faixa de interpretação e perfil por domínio — calculados na hora. Na C-SSRS, a regra clínica por domínio roda junto: item positivo de ideação (métrico, intenção ou plano) ou qualquer comportamento suicida positivo é sinalizado, mesmo que o total pareça baixo.

PASSO 03

O documento sai do resultado

Laudo, parecer ou devolutiva gerados a partir dos escores, cruzando os domínios de dois ou mais instrumentos. Minuta editável, com a sua assinatura e a sua marca.

Regra clínica por domínio

Na C-SSRS, no ASQ e na EOS-Familiares, a decisão não é a soma do total — é a regra publicada para cada instrumento. É o mesmo critério que você aplicaria com lápis e papel, sem o risco de errar a conta na hora que mais importa.

Link para o paciente responder

Mande o instrumento para o paciente ou para um familiar responder de casa. Volta corrigido. O link não expõe o nome do paciente — quem responde vê só o questionário e a sua marca.

Biblioteca ligada ao resultado

Cartões de enfrentamento, Kit da Esperança, guia para familiares — a tela de resultado já sugere o material certo a partir dos domínios em que o paciente foi pior, não uma pasta genérica.

Reteste e evolução

Aplicou de novo semanas depois? A plataforma compara as duas aplicações do mesmo instrumento e mostra a variação por domínio. Evidência de progresso — ou de agravamento — documentada.

Documentos já preenchidos

Anamnese, plano de segurança, laudo, TCLE. Todos abrem com nome, data de nascimento e o seu registro profissional no lugar. Você preenche o que é clínico, não o cabeçalho.

Prontuário e agenda

Sessões marcadas, evolução de cada atendimento, financeiro do consultório. O histórico do caso num lugar só — não espalhado entre caderno, agenda de celular e pasta de arquivos.

Rastreio não é diagnóstico — e a plataforma não deixa esquecer. Todo resultado e todo documento saem com a ressalva de que os instrumentos são de rastreio, triagem e monitoramento, e não estabelecem diagnóstico. A conclusão continua sendo sua, dentro das suas atribuições profissionais.

Do primeiro rastreio ao plano de segurança: o caso passa a ter método.

Um fluxo único de avaliação e manejo de risco suicida — do sinal de alerta ao reteste, com registro guardado em cada etapa.

O que você poderá fazer

  • Rastrear risco suicida com instrumento validado e regra clínica de domínio, sem depender só de impressão isolada.
  • Aplicar o instrumento certo para a situação, presencial, por link ou impresso, sem montar formulário do zero.
  • Corrigir sem planilha: escore, percentual, faixa e regra por domínio calculados na hora.
  • Ler o caso pelo perfil de domínios — ideação, comportamento, desesperança — e não por um número solto.
  • Documentar com Plano de Segurança, laudo e parecer gerados a partir dos resultados, não do zero.
  • Intervir com protocolo de crise, Brief CBT e contrato de não-suicídio no mesmo fluxo.
  • Orientar paciente e família com material psicoeducativo sugerido pelo próprio resultado.
  • Acompanhar a evolução de cada atendimento no prontuário, com registro clínico e frequência.
  • Comparar o antes e o depois com reteste do mesmo instrumento, documentando a evolução do risco.
  • Encaminhar com fundamento quando o caso exige avaliação multiprofissional.

O limite fica explícito em cada peça. Os instrumentos são de rastreio, triagem e monitoramento: medem intensidade de traços observados. A conclusão diagnóstica é ato profissional seu — e a plataforma imprime essa ressalva em todo resultado e em todo documento.

Com quais recursos do kit

Catálogo de instrumentos Plataforma

Faixa etária, domínios avaliados e faixas de interpretação de cada escala, à vista antes de aplicar.

Correção com regra clínica Plataforma

C-SSRS, ASQ e EOS-Familiares corrigidos pela regra publicada por domínio, não só pelo total.

Gerador de documentos Plataforma

Laudo, parecer e devolutiva a partir dos escores, cruzando instrumentos. Minuta editável.

Biblioteca ligada ao resultado Plataforma

11 materiais sugeridos pelos domínios em que o paciente foi pior — não uma pasta genérica.

Prontuário e financeiro Plataforma

Sessões, evolução clínica, frequência e honorários — o histórico do caso num lugar só.

Acervo em Word Papel

49 documentos editáveis para imprimir, personalizar e guardar como sempre.

Conformidade LGPD Plataforma

Isolamento por profissional, link sem dado de paciente e exclusão definitiva em cascata.

Não são recursos soltos. É um sistema clínico pronto para rodar.

Design clínico consistente

Tipografia, paleta e estrutura padronizadas nos 49 documentos — seu paciente recebe entrega profissional uniforme em toda sessão, do rastreio à alta.

Personalizável com a sua marca

Cada documento traz espaço reservado para sua logomarca e nome profissional. Insere uma vez e o kit inteiro ganha a identidade do seu consultório.

Auditoria clínica e referencial

Cada escala traz a fonte primária, o status de uso (livre aplicação vs. uso com citação) e a referência completa — você aplica sabendo exatamente o que pode.

Do rastreio à alta terapêutica

Anamnese, rastreio, plano de segurança, intervenção em crise, monitoramento, alta — o arco completo do manejo de risco suicida em um só kit.

Blindagem ética e documental

TCLE, termo de sigilo, contrato de não-suicídio e termo de responsabilidade dos familiares — toda a malha jurídica que sustenta sua prática.

Uso ilimitado

Em qualquer um dos dois planos, aplique quantas vezes quiser, para quantos pacientes quiser. Sem taxa por aplicação ou por paciente.

Duas formas de ter o Kit Anti Ideação Suicida.

Uma trava no que existe hoje, por um valor fechado ao ano. A outra cresce com você todo mês — é a que a maioria escolhe quando entende a diferença.

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49 documentos · plataforma online · renovação anual

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Você paga uma vez por ano e usa a plataforma durante essa assinatura. Os instrumentos novos e as atualizações da plataforma entram só no plano mensal — aqui você fica com o kit no tamanho da Edição 2026.

Plataforma online com correção automática
Laudos e relatórios gerados a partir dos resultados
Os 49 documentos da Edição 2026
Plano de Segurança Stanley-Brown
Personalizável com a sua marca
Sem instrumentos novos durante a assinatura anual
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Kit Anti Ideação Suicida — Sempre Atualizado

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Em menos de 3 meses você já pagou o mesmo que no plano anual — a diferença é que aqui o kit não para de crescer. Faz sentido se você pretende usar isso por mais de alguns meses.

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Tudo o que você precisa saber antes de garantir.

Em que formato os documentos são entregues?
Todos os 49 documentos são entregues em Word (.docx) editáveis, com design já formatado e campos preenchíveis. Você pode imprimir, personalizar com sua logomarca ou enviar em PDF para o paciente.
As escalas são realmente livres para eu usar?
Sim. As 11 escalas da categoria 1 (C-SSRS, PHQ-9, GAD-7, PSS-10, WHO-5, PHQ-2, SRQ-20, WHOQOL-BREF, DASS-21, ASQ, SBQ-R) são livres para aplicação clínica — instrumentos publicados em revistas científicas, validados internacionalmente e usados livremente por profissionais e pesquisadores no mundo todo. Os 4 inventários complementares (desesperança, ideação, razões para viver e fatores de proteção) são exclusivos do kit, com uso liberado mediante citação simples.
Quais são as principais escalas e o que cada uma avalia?
O kit reúne os instrumentos mais reconhecidos para risco suicida e comorbidades:

▸ C-SSRS (Posner et al., 2011) — Columbia Suicide Severity Rating Scale, padrão-ouro para avaliação de gravidade de ideação e comportamento suicida.
▸ ASQ (Horowitz et al., NIMH) — triagem rápida de risco suicida em 4 perguntas, validada para urgência.
▸ SBQ-R (Osman et al., 2001) — Suicide Behaviors Questionnaire revisado.
▸ PHQ-9 (Spitzer et al., 1999) — depressão e item suicidal.
▸ GAD-7 (Spitzer et al., 2006) — ansiedade generalizada.
▸ DASS-21 (Lovibond & Lovibond, 1995) — depressão, ansiedade e estresse.
▸ PSS-10, WHO-5, PHQ-2, SRQ-20, WHOQOL-BREF — rastreios e qualidade de vida.

Juntas, cobrem rastreio, gravidade, monitoramento e alta — o ciclo completo do manejo clínico do paciente em risco.
O Plano de Segurança incluso é o de Stanley & Brown?
Sim. O modelo segue a estrutura do Safety Plan Intervention de Stanley & Brown (2012), reconhecido pela OMS e pelas principais diretrizes internacionais de prevenção ao suicídio — adaptado e formatado para uso clínico em pt-BR.
Atende crianças, adolescentes e idosos?
Sim. O kit inclui anamnese específica para infantojuvenil e anamnese específica para idosos, além da escala de risco para familiares e materiais psicoeducativos adaptados a cada faixa etária.
Os laudos seguem a Resolução CFP nº 06/2019?
Sim. Os modelos de laudo psicológico, parecer, atestado e declaração foram estruturados seguindo a Resolução CFP nº 06/2019, que dispõe sobre a elaboração de documentos escritos pelo psicólogo.
Posso usar com meus pacientes comercialmente?
Sim, em qualquer um dos dois planos. A assinatura cobre o uso profissional individual ou na sua clínica. Aplique em quantos pacientes quiser, sem taxas adicionais por aplicação.
A plataforma tem mensalidade?
Depende do plano. No Kit Anti Ideação Suicida — Edição 2026 (R$ 97/ano), não é mensalidade, é uma cobrança anual: você paga uma vez por ano e usa a plataforma durante essa assinatura — só não chegam os instrumentos e as atualizações lançados nesse meio-tempo. No Kit Anti Ideação Suicida — Sempre Atualizado (R$ 39,90/mês), sim: você paga todo mês e recebe os lançamentos e as atualizações assim que saem, podendo cancelar quando quiser, sem multa. Nenhum dos dois planos cobra por paciente ou por aplicação.
E se eu não quiser renovar ou continuar?
É só não renovar (no anual) ou cancelar quando quiser (no mensal) — pelo painel da Hubla ou falando com a gente. Não há multa nem fidelidade em nenhum dos dois. Você segue com acesso normal até o fim do período já pago; depois disso a plataforma deixa de abrir. Os documentos em Word que você baixou ficam no seu computador — o que termina é o acesso à correção automática, ao prontuário e às atualizações.
Como funciona a personalização com minha logo?
Cada documento traz espaço reservado no cabeçalho para sua logomarca e nome profissional. Você insere uma vez no template e o kit inteiro ganha a sua identidade visual — pronto para entregar ao paciente ou imprimir.
E se eu não gostar? Tem garantia?
Sim — 7 dias de garantia incondicional. Se não servir ao seu trabalho por qualquer motivo, devolvemos 100% do valor, sem perguntas.

Pare de improvisar. Comece a atender com protocolo.

49 documentos auditados, 7 frentes de atuação, plataforma online incluída. Do rastreio à alta — com a tranquilidade de trabalhar com material validado e ético.

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