60 documentos + plataforma online. Mande o questionário por link para a mãe e para o professor, receba corrigido, veja onde as duas visões divergem — e gere o documento a partir do resultado. Criança, adolescente e adulto, com a sua marca em cada peça.
No TDAH o problema não é achar uma escala: é cruzar o que a mãe relata com o que o professor observa, somar certo, e transformar isso num documento que você pode assinar. O kit resolve as três coisas — sem caçar PDF duvidoso, sem usar teste restrito, sem montar protocolo do zero.
A escala que circula em grupo de WhatsApp não diz quem a escreveu, de onde veio o ponto de corte, nem se você pode usá-la. Cada instrumento do kit declara autor, base legal e o texto de atribuição que entra no rodapé do seu documento.
É o achado mais importante do TDAH e o mais fácil de perder: a mãe marca alto, o professor marca baixo, e as duas folhas ficam em pastas diferentes. A plataforma põe as duas visões no mesmo domínio e mostra onde elas divergem.
Somar 60 itens, dividir por domínio e comparar com o corte publicado — de noite, entre dois atendimentos. Um erro aqui não trava nada: vira um número plausível dentro de um laudo assinado. A plataforma corrige sozinha e mostra de onde saiu cada valor.
Cada peça traz autor, base legal e referência científica, e cobre o ciclo inteiro — do rastreio ao laudo, passando por anamnese, psicoeducação, manejo e documentação. A nona frente é nova: a plataforma online que aplica, corrige e escreve o documento a partir do resultado.
As escalas de referência para detecção e triagem, em versões próprias para cada informante — o adulto sobre si mesmo, a mãe sobre o filho, o professor sobre o aluno. É a base do que a plataforma cruza depois.
Sintoma sem prejuízo é característica; sintoma com prejuízo é o que traz a pessoa à consulta. Estes instrumentos medem o impacto na vida diária e as funções executivas comprometidas — planejamento, memória de trabalho, inibição e regulação.
Roteiros completos por faixa etária, da coleta inicial ao diagnóstico tardio. Dois deles já são preenchidos dentro da plataforma, na tela, durante a sessão.
Material editável para o paciente, os pais e a escola. Seis deles viram página de leitura na plataforma, com link próprio: você manda o endereço e a pessoa lê no celular.
Protocolos estruturados para as áreas que mais pesam no TDAH. Na plataforma eles viram plano de manejo: os domínios que acenderam vermelho puxam as ações correspondentes, com o material do kit já indicado.
Registro padronizado ao longo do tratamento. A plataforma compara aplicação com aplicação — mesmo instrumento, mesmo informante — e mostra se o escore andou na direção esperada.
Laudo, relatório, atestado, declaração, termo e comunicado — prontos para levar a sua marca e os seus dados profissionais. Doze deles a plataforma gera em PDF, já preenchidos com o resultado do caso.
O que o paciente leva para casa: rotina, gestão de tempo e organização. Material editável, para imprimir ou entregar em PDF.
A novidade da edição 2026. Todos os instrumentos do kit viram questionário aplicável por link, com correção automática, cruzamento entre informantes e documento em PDF gerado a partir do resultado. Sem instalar nada.
Os instrumentos do Kit são de uso livre — não integram a lista de testes psicológicos privativos avaliados pelo SATEPSI. Se você atende, avalia ou acompanha pessoas com TDAH, pode aplicá-los dentro das suas atribuições. E a plataforma sabe quais documentos o seu registro permite emitir: ela mostra os que você pode assinar e esconde os que não pode.
A plataforma sabe o que o seu registro permite emitir. Você informa a sua formação uma vez, e ela ajusta o vocabulário — paciente, cliente, aluno ou analisando — e libera apenas os documentos compatíveis. Laudo, parecer e atestado psicológicos continuam privativos de psicólogo, como manda a Lei 4.119/1962 e a Resolução CFP 06/2019. Cada profissional entrega o que pode assinar, sem risco de extrapolar escopo.
E se você for psicólogo, melhor ainda — mas provavelmente ainda tem alguma coisa te segurando. Então vamos direto ao ponto:
Seis frases que você provavelmente já disse para si mesmo sobre instrumentos de uso livre — e o que os documentos realmente exigem.
Só posso usar teste aprovado no SATEPSI.
O SATEPSI avalia testes psicológicos — os instrumentos privativos, com parecer do CFP. Escalas de rastreio de uso livre não integram essa lista e não são “reprovadas” nela: são outra categoria de instrumento, de triagem. O que a norma cobra é que você apresente cada uma pelo que ela é.
Se é de domínio público, não tem validade científica.
Domínio público diz respeito à licença, não à ciência. As escalas do Kit têm estudos de validação publicados e são usadas em pesquisa no mundo inteiro. O que você não paga é a editora — não o rigor.
Vou ter problema no laudo se não usar teste pago.
A Resolução CFP 06/2019 exige fundamentação técnico-científica e referências no documento — não exige marca nem editora. Cada instrumento do Kit vem com a fonte primária citada, pronta para entrar no laudo, parecer, atestado ou declaração.
Pago licença, folha de aplicação e crivo por paciente.
Esse é o modelo que encarece a avaliação e afasta a família: cada aplicação vira custo, e o profissional acaba escolhendo o instrumento pelo preço. Aqui você aplica quantas vezes quiser, para quantos pacientes quiser, sem taxa por folha.
Material gratuito da internet é arriscado.
Concordamos — por isso nada aqui foi baixado de fórum. Cada peça passou por auditoria jurídica documentada contra a Lei 9.610/98, as resoluções do CFP e o SATEPSI, com a origem de cada instrumento verificada uma a uma.
Se qualquer um pode usar, perde meu diferencial.
O seu diferencial nunca foi a posse do caderno de aplicação — é a leitura clínica do resultado. E a plataforma reforça o que é seu: laudo, parecer e atestado psicológicos continuam privativos de psicólogo, e só a sua conta os emite.
O custo do instrumento não deveria decidir quem é avaliado. Quando cada aplicação tem preço de folha, de crivo e de licença, a conta chega à família — e o rastreio que deveria ser precoce vira algo que “dá para fazer mais adiante”. Com instrumentos de uso livre, bem referenciados e corrigidos automaticamente, o limite passa a ser a sua agenda, não a sua caixa de material. Base normativa: Lei 9.610/98 (art. 46) · Resolução CFP 09/2018 (SATEPSI) · Resolução CFP 06/2019 (documentos escritos) · Lei 4.119/1962, art. 13 §1º. O Kit acompanha a auditoria jurídica documentada de cada instrumento.
Não é uma pasta de arquivos para você estudar. É o que a família leva ao neuropediatra, o que a coordenação da escola arquiva e o que fica no prontuário — do primeiro rastreio até o reteste que mostra se o manejo funcionou.
O instrumento certo para cada idade e para cada informante, sem improviso e sem PDF de origem duvidosa.
O papel que a família e a escola precisam ter em mãos — já redigido.
O que você faz depois que o rastreio apontou o caminho.
Você manda o link, o sistema corrige e devolve o resultado pronto.
A pergunta que toda família faz: está melhorando?
A parte que ninguém ensina na faculdade e consome a sua semana.
Rastreio, triagem e monitoramento — não diagnóstico. Os instrumentos medem intensidade de traços e comportamentos observados, e todo resultado sai com essa ressalva impressa. A conclusão diagnóstica continua sendo ato seu, dentro das suas atribuições profissionais.
Corrigir escala à mão, somar item por item, montar o laudo do zero, lembrar quem ainda não devolveu o questionário. Nada disso é trabalho clínico — é tarefa administrativa que consome a sua hora. A plataforma assume essa parte e devolve o resultado pronto para você interpretar.
Catálogo com faixa etária, domínios e faixas de interpretação de cada escala. Você aplica na sessão, envia por link ao responsável ou ao professor, ou imprime e lança as respostas depois.
Escore total, percentual, faixa de interpretação e perfil por domínio — calculados na hora, com a inversão de itens já aplicada. Sem planilha, sem calculadora, sem erro de soma.
Laudo, relatório escolar ou devolutiva gerados a partir dos escores, cruzando os domínios de dois ou mais instrumentos. Minuta editável, com a sua assinatura e a sua marca.
Mande o questionário para a mãe, o pai, o professor ou o próprio paciente responder de casa. Volta corrigido. O link não expõe o nome do paciente, e cada informante tem o seu: nenhum enxerga o que o outro respondeu.
Em vez de um número solto, o gráfico mostra onde estão as maiores intensidades: desatenção, hiperatividade, função executiva e prejuízo funcional. É o que ordena o plano de manejo.
Aplicou de novo três meses depois? A plataforma compara as duas aplicações do mesmo instrumento e mostra a variação por domínio. Evidência de progresso para a família e para a escola.
Anamneses, planos terapêuticos, relatórios, TCLE, encaminhamentos. Todos abrem com nome, data de nascimento e o seu registro profissional no lugar. Você preenche o que é clínico, não o cabeçalho.
Sessões marcadas, evolução de cada atendimento, frequência e faltas. O histórico do caso num lugar só — não espalhado entre caderno, agenda de celular e pasta de arquivos.
Honorário por sessão, o que já entrou, o que está em aberto e há quanto tempo. Sem precisar de uma planilha paralela para saber quem está devendo.
Ao abrir, a plataforma mostra a fila: link sem resposta, aplicação parada no meio, resultado esperando leitura, sessão de hoje. Nada some no meio da rotina.
Sua logomarca, sua cor e o seu rodapé em cada documento e em cada link que você envia. O paciente e a escola veem o seu consultório, não a nossa marca.
Cada profissional enxerga só os próprios pacientes. Excluir um caso apaga de vez tudo o que é dele — aplicações, documentos, evolução e financeiro. Direito à eliminação, art. 18, VI.
Rastreio não é diagnóstico — e a plataforma não deixa esquecer. Todo resultado e todo documento saem com a ressalva de que os instrumentos são de rastreio, triagem e monitoramento, e não estabelecem diagnóstico. A conclusão continua sendo sua, dentro das suas atribuições profissionais.
Um fluxo único de avaliação e acompanhamento em TDAH — da primeira queixa da escola ao reteste, com registro guardado em cada etapa.
O que você poderá fazer
O limite fica explícito em cada peça. Os instrumentos são de rastreio, triagem e monitoramento: medem intensidade de traços observados. A conclusão diagnóstica é ato profissional seu — e a plataforma imprime essa ressalva em todo resultado e em todo documento.
Com quais recursos do Kit
Faixa etária, domínios avaliados e faixas de interpretação de cada escala, à vista antes de aplicar.
Presencial na sessão, link ao responsável ou ao professor, ou impressão para lançar depois.
Escore, percentual, faixa e perfil por domínio — sem calculadora e sem erro de soma.
Comparação entre aplicações do mesmo instrumento, com variação por domínio.
Laudo, relatório escolar e devolutiva a partir dos escores, cruzando instrumentos. Minuta editável.
Sessenta documentos editáveis para imprimir, personalizar e guardar como sempre.
Atividades e guias para profissional, família e escola, ligados aos domínios do resultado.
Sessões, evolução clínica, frequência e faltas — o histórico do caso num lugar só.
Honorário por sessão, recebido no mês e o que está em aberto, com quem e há quanto tempo.
Logomarca, cor e rodapé no documento e no link enviado. Quem recebe vê o seu consultório.
Cada peça verificada contra a Lei 9.610, resoluções do CFP e SATEPSI.
Isolamento por profissional, link sem dado de paciente e exclusão definitiva em cascata.
Um kit 100% livre para você aplicar, editar e personalizar com a sua marca — sem cobranças por uso, sem taxas por paciente, sem taxa por folha de aplicação. Cada instrumento foi selecionado entre os de uso livre e os mais respeitados na avaliação do TDAH, com a fonte primária citada em cada peça.
Cada documento passou por análise legal contra a Lei 9.610/98, as resoluções do CFP e o SATEPSI. Cada instrumento declara autor, base legal e o texto de atribuição que entra no rodapé do seu documento.
Cada documento tem espaço reservado para sua logomarca e nome profissional. Insira uma vez e o kit inteiro ganha a identidade visual do seu consultório.
Barkley, Conners, DuPaul, Weiss, Mattos, Rohde — cada instrumento traz a fonte primária citada e segue as diretrizes do DSM-5-TR e da CID-11.
Instrumentos específicos por faixa etária e por informante — o adulto sobre si, a mãe sobre o filho, o professor sobre o aluno. A faixa etária é filtro de verdade: escala de adulto não aparece para criança de nove anos.
Cada escala traz instruções, ponto de corte e o que cada faixa significa — na tela e na folha impressa. Não é só "a folha": é o protocolo completo, do rastreio à devolutiva.
Sem limite de pacientes e sem taxa por aplicação em nenhum dos dois planos — aplique quantas vezes precisar, no mesmo valor. Os documentos que você baixar são seus e continuam com você depois.
Uma trava no que existe hoje, por um valor fechado ao ano. A outra cresce com você todo mês — é a que a maioria escolhe quando entende a diferença.
60 documentos · plataforma online · renovação anual
Você paga uma vez por ano e usa a plataforma durante essa assinatura. Os instrumentos novos e as atualizações da plataforma entram só no plano mensal — aqui você fica com o kit no tamanho da Edição 2026.
tudo do plano anual · e continua crescendo com você
Em menos de 3 meses você já pagou o mesmo que no plano anual — a diferença é que aqui o kit não para de crescer. Faz sentido se você pretende usar isso por mais de alguns meses.
Sessenta documentos auditados juridicamente, nove frentes de atuação e plataforma online incluída. Da primeira queixa da escola ao laudo — sem teste restrito, sem retrabalho, sem letra miúda.
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