Escalas livres e validadas
C-SSRS, PHQ-9, GAD-7, ASQ, SBQ-R, DASS-21 e mais — instrumentos de referência mundial livres para aplicação clínica, com tabelas de pontuação e cortes prontos para uso.
49 documentos + plataforma online. Aplique a C-SSRS e ela já sai com a regra de domínio do Columbia Lighthouse Project calculada — não só o total. Plano de segurança, protocolos de crise, laudos e termos, do rastreio à alta, com a tranquilidade de trabalhar dentro do que CFP, OMS e literatura recomendam.
Comportamento suicida exige rigor técnico, registro impecável e protocolo defensável. O Kit Anti Ideação Suicida entrega o arco clínico inteiro — do rastreio ao plano de segurança — com material auditado e pronto para aplicar.
C-SSRS, PHQ-9, GAD-7, ASQ, SBQ-R, DASS-21 e mais — instrumentos de referência mundial livres para aplicação clínica, com tabelas de pontuação e cortes prontos para uso.
Plano de Segurança, Contrato de Não-Suicídio, TCLE, termos de sigilo e responsabilidade de familiares — você documenta cada passo e protege sua prática conforme orienta o CFP.
Do rastreio ao acompanhamento: anamnese, escalas, intervenção em crise, psicoeducação para paciente e família, laudos oficiais e relatórios — tudo num só kit.
Cada peça foi auditada juridicamente, formatada com design clínico consistente e pensada para rodar do primeiro contato à alta — com espaço reservado para a sua logomarca em todos os materiais.
As referências mundiais para rastreio de risco suicida, depressão e ansiedade — reconhecidas por OMS, NIMH e pela comunidade científica internacional. Aplicação imediata, com tabelas de interpretação e pontos de corte.
Quatro instrumentos que cobrem o que escala nenhuma cobre sozinha: o nível de desesperança do paciente, a intensidade da ideação, os motivos que ainda o prendem à vida e os fatores de proteção que você pode fortalecer em sessão.
O coração da intervenção em risco suicida: Plano de Segurança (Stanley-Brown), Brief CBT, anamneses específicas para adulto, infantojuvenil e idoso, roteiros de avaliação e checklists de risco.
Materiais para aplicar dentro e entre sessões — Kit da Esperança, cartões de enfrentamento, mapeamento de rede de apoio, diários, exercícios de regulação e cartilha psicoeducativa para paciente e família.
Guias, contratos e fichas que sustentam a sua prática: manejo clínico passo a passo, orientação para familiares, contrato terapêutico, registro de acompanhamento e relatórios de evolução e multiprofissional.
Modelos prontos seguindo a Resolução CFP nº 06/2019: laudo psicológico, atestado, declaração de comparecimento e parecer psicológico — formatação padrão, blindagem técnica e ética.
Sua blindagem ética e jurídica em casos de risco: TCLE específico para avaliação de risco suicida, termo de sigilo, termo de alta terapêutica e termo de responsabilidade dos familiares.
Os instrumentos do Kit são de uso livre clínico — não estão na lista de testes privativos do SATEPSI. Se você atende, avalia ou acompanha pessoas em risco, pode aplicá-los dentro das suas atribuições. E o manual ensina a aplicar, corrigir e interpretar cada um deles, passo a passo.
A plataforma sabe o que o seu registro permite emitir. Você informa a sua formação uma vez, e ela ajusta o vocabulário — paciente, cliente ou analisando — e libera apenas os documentos compatíveis. Laudo, parecer e atestado psicológicos continuam privativos de psicólogo, como manda a Lei 4.119/1962 e a Resolução CFP 06/2019. Cada profissional entrega o que pode assinar, sem risco de extrapolar escopo.
Seis frases que provavelmente já passaram pela sua cabeça sobre avaliar risco suicida com instrumentos de uso livre — e o que a prática e a literatura realmente exigem.
Comece pela mais perigosa das seis — a que faz profissional evitar a pergunta que mais protege o paciente.
Perguntar diretamente sobre suicídio pode plantar a ideia ou piorar o risco.
É o contrário do que a literatura mostra. Revisões sistemáticas (Dazzi et al., 2014) não encontram aumento de ideação após a pergunta direta — e relatam alívio em quem finalmente pôde falar sobre o que sentia em silêncio. Evitar a pergunta não protege o paciente: tira dele a chance de ser ouvido a tempo.
Ideação sem plano definido não é risco real.
A regra do Columbia Lighthouse Project, usada na C-SSRS do Kit, é justamente para isto: ideação com método ou intenção — mesmo sem plano fechado — já muda a conduta. É a regra por domínio, não o total, que decide, e é ela que a plataforma calcula por você, sem deixar passar.
Só posso usar teste aprovado no SATEPSI.
O SATEPSI avalia testes psicológicos — os instrumentos privativos, com parecer do CFP. Escalas de rastreio de risco de uso livre não integram essa lista e não são “reprovadas” nela: são outra categoria de instrumento, de triagem. O que a norma cobra é que você apresente cada uma pelo que ela é.
Vou ter problema no laudo se não usar teste pago.
A Resolução CFP 06/2019 exige fundamentação técnico-científica e referências no documento — não exige marca nem editora. Cada instrumento do Kit vem com a fonte primária citada, pronta para entrar no laudo, parecer, atestado ou declaração.
Pago licença, folha de aplicação e crivo por paciente.
Esse é o modelo que encarece a avaliação e afasta o paciente justo no caso em que o custo nunca deveria decidir quem é avaliado. Aqui você aplica quantas vezes quiser, para quantos pacientes quiser, sem taxa por folha.
Se qualquer um pode usar, perde meu diferencial.
O seu diferencial nunca foi a posse do instrumento — é a leitura clínica do resultado e a conduta que vem depois dele. E a plataforma reforça o que é seu: laudo, parecer e atestado psicológicos continuam privativos de psicólogo, e só a sua conta os emite.
Perguntar sobre suicídio não aumenta o risco — deixar de perguntar, sim. Quando o instrumento certo está a um clique de distância, a pergunta difícil deixa de depender só de coragem e vira protocolo. Com regra clínica calculada automaticamente e instrumentos bem referenciados, o limite passa a ser a sua atenção ao caso, não a falta de ferramenta. Base normativa e científica: Dazzi, Gribble, Wessely & Fear (2014), Psychological Medicine — revisão sistemática sobre perguntar diretamente sobre suicídio · Columbia Lighthouse Project (Posner et al., 2011) · Lei 9.610/98 (art. 46) · Resolução CFP 09/2018 (SATEPSI) · Resolução CFP 06/2019 (documentos escritos) · Lei 4.119/1962, art. 13 §1º.
Não é uma pasta de arquivos para você estudar. É o registro que protege o paciente, protege você e fica no prontuário — do primeiro rastreio de risco ao plano de segurança que sai da sessão pronto para o paciente levar para casa.
O instrumento certo para cada situação, sem improviso.
O que você faz depois que o risco apareceu no resultado.
O papel que protege sua prática — já redigido.
Você manda o link, o sistema corrige e devolve o resultado pronto.
Rastreio, triagem e monitoramento — não diagnóstico. Os instrumentos medem intensidade de traços e comportamentos observados, e todo resultado sai com essa ressalva impressa. A conclusão diagnóstica continua sendo ato seu, dentro das suas atribuições profissionais.
Corrigir a C-SSRS à mão, aplicar a regra de domínio item por item, montar o laudo do zero, lembrar quem ainda não devolveu o questionário. Nada disso é trabalho clínico — é tarefa administrativa que consome a sua hora, num caso onde a hora importa. A plataforma assume essa parte e devolve o resultado pronto para você interpretar.
Catálogo com faixa etária, domínios e faixas de interpretação de cada escala. Você aplica na sessão, envia por link ao paciente, ou imprime e lança as respostas depois.
Escore, percentual, faixa de interpretação e perfil por domínio — calculados na hora. Na C-SSRS, a regra clínica por domínio roda junto: item positivo de ideação (métrico, intenção ou plano) ou qualquer comportamento suicida positivo é sinalizado, mesmo que o total pareça baixo.
Laudo, parecer ou devolutiva gerados a partir dos escores, cruzando os domínios de dois ou mais instrumentos. Minuta editável, com a sua assinatura e a sua marca.
Na C-SSRS, no ASQ e na EOS-Familiares, a decisão não é a soma do total — é a regra publicada para cada instrumento. É o mesmo critério que você aplicaria com lápis e papel, sem o risco de errar a conta na hora que mais importa.
Mande o instrumento para o paciente ou para um familiar responder de casa. Volta corrigido. O link não expõe o nome do paciente — quem responde vê só o questionário e a sua marca.
Cartões de enfrentamento, Kit da Esperança, guia para familiares — a tela de resultado já sugere o material certo a partir dos domínios em que o paciente foi pior, não uma pasta genérica.
Aplicou de novo semanas depois? A plataforma compara as duas aplicações do mesmo instrumento e mostra a variação por domínio. Evidência de progresso — ou de agravamento — documentada.
Anamnese, plano de segurança, laudo, TCLE. Todos abrem com nome, data de nascimento e o seu registro profissional no lugar. Você preenche o que é clínico, não o cabeçalho.
Sessões marcadas, evolução de cada atendimento, financeiro do consultório. O histórico do caso num lugar só — não espalhado entre caderno, agenda de celular e pasta de arquivos.
Rastreio não é diagnóstico — e a plataforma não deixa esquecer. Todo resultado e todo documento saem com a ressalva de que os instrumentos são de rastreio, triagem e monitoramento, e não estabelecem diagnóstico. A conclusão continua sendo sua, dentro das suas atribuições profissionais.
Um fluxo único de avaliação e manejo de risco suicida — do sinal de alerta ao reteste, com registro guardado em cada etapa.
O que você poderá fazer
O limite fica explícito em cada peça. Os instrumentos são de rastreio, triagem e monitoramento: medem intensidade de traços observados. A conclusão diagnóstica é ato profissional seu — e a plataforma imprime essa ressalva em todo resultado e em todo documento.
Com quais recursos do kit
Faixa etária, domínios avaliados e faixas de interpretação de cada escala, à vista antes de aplicar.
C-SSRS, ASQ e EOS-Familiares corrigidos pela regra publicada por domínio, não só pelo total.
Laudo, parecer e devolutiva a partir dos escores, cruzando instrumentos. Minuta editável.
11 materiais sugeridos pelos domínios em que o paciente foi pior — não uma pasta genérica.
Sessões, evolução clínica, frequência e honorários — o histórico do caso num lugar só.
49 documentos editáveis para imprimir, personalizar e guardar como sempre.
Isolamento por profissional, link sem dado de paciente e exclusão definitiva em cascata.
Todos os 49 documentos passaram por análise de uso livre clínico, citação obrigatória e adequação ao Código de Ética do Psicólogo. Você aplica com a tranquilidade de saber exatamente o que pode usar — e como deve citar.
Tipografia, paleta e estrutura padronizadas nos 49 documentos — seu paciente recebe entrega profissional uniforme em toda sessão, do rastreio à alta.
Cada documento traz espaço reservado para sua logomarca e nome profissional. Insere uma vez e o kit inteiro ganha a identidade do seu consultório.
Cada escala traz a fonte primária, o status de uso (livre aplicação vs. uso com citação) e a referência completa — você aplica sabendo exatamente o que pode.
Anamnese, rastreio, plano de segurança, intervenção em crise, monitoramento, alta — o arco completo do manejo de risco suicida em um só kit.
TCLE, termo de sigilo, contrato de não-suicídio e termo de responsabilidade dos familiares — toda a malha jurídica que sustenta sua prática.
Em qualquer um dos dois planos, aplique quantas vezes quiser, para quantos pacientes quiser. Sem taxa por aplicação ou por paciente.
Uma trava no que existe hoje, por um valor fechado ao ano. A outra cresce com você todo mês — é a que a maioria escolhe quando entende a diferença.
49 documentos · plataforma online · renovação anual
Você paga uma vez por ano e usa a plataforma durante essa assinatura. Os instrumentos novos e as atualizações da plataforma entram só no plano mensal — aqui você fica com o kit no tamanho da Edição 2026.
tudo do plano anual · e continua crescendo com você
Em menos de 3 meses você já pagou o mesmo que no plano anual — a diferença é que aqui o kit não para de crescer. Faz sentido se você pretende usar isso por mais de alguns meses.
49 documentos auditados, 7 frentes de atuação, plataforma online incluída. Do rastreio à alta — com a tranquilidade de trabalhar com material validado e ético.
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